Os anos 90 e inicio de 2000 foram sinónimos de austeridade, assistimos no presente a um renascer de valores mais festivos.
Nesse contexto, os pequenos prazeres da vida, julgados como fúteis, tornam-se legítimos. Saborear um bolo, relaxar num banho de espuma, beber um aperitivo com os amigos, oferecer-se um novo vestido ou um bouquet de flores... Todos esses pequenos prazeres tornaram-se hoje essenciais.
HAPPY deseja apenas contribuir para o prazer destes novos consumidores.
Num mundo sob a influência das tecnologias, a sociedade ficou cada vez mais individualista, as pessoas são cada vez mais solitárias. Hoje, cansados desta situação, temos necessidade de recrear relações com as nossas famílias, os nossos amigos, os nossos vizinhos. Happy propõe-se como a marca que permite a reconciliação com o prazer de oferecer aos outros e a si, pagando um preço justo.